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quinta-feira, 2 de abril de 2026

Presidente da Comissão da Carteira e Ética dos Jornalistas, Maria Luísa Rogério, preocupada com o elevado número de jornalistas sem carteira profissional

Presidente da Comissão da Carteira e Ética dos Jornalistas, Maria Luísa Rogério, preocupada com o elevado número de jornalistas sem carteira profissional

A presidente da Comissão da Carteira e Ética dos Jornalistas, Maria Luísa Rogério, manifestou preocupação com o elevado número de profissionais que exercem a actividade jornalística em Angola sem a devida carteira profissional, tanto em órgãos públicos como privados.
A posição foi tornada pública durante uma entrevista especial concedida ao canal televisivo da Rede Girassol, onde a responsável reconheceu não dispor de dados exactos sobre o número total de jornalistas nesta condição no país.
Ainda assim, avançou que, ao nível do grupo Rádio Nacional de Angola, mais de 40 profissionais trabalham sem carteira, sendo que 21 estão afectos à Rádio Cinco, canal especializado em conteúdos desportivos.
“É uma realidade que existem profissionais que estão a exercer a função sem ter a carteira de jornalista”, afirmou.
Questionada sobre a actuação da Comissão perante esta situação, Maria Luísa Rogério explicou que a instituição tem privilegiado uma abordagem diplomática, sem deixar, contudo, de exigir o cumprimento das normas legais que regem o exercício da profissão.
A responsável revelou ainda que vários órgãos de comunicação social já foram notificados para regularizar a situação dos seus quadros. No entanto, muitas instituições e profissionais alegam falta de recursos financeiros para proceder à emissão das respectivas carteiras profissionais.
Apesar disso, sublinhou que a Comissão da Carteira e Ética dispõe de competências legais para intervir, tendo já recorrido, em determinadas ocasiões, aos tribunais para resolver casos considerados litigiosos com alguns órgãos, em função das medidas adoptadas.
Maria Luísa Rogério acrescentou, por outro lado, que existem também gestores de órgãos públicos e privados de grande e média dimensão que se encontram em conformidade com as exigências legais para o exercício da profissão jornalística.
A situação, segundo a responsável, continua a merecer atenção das autoridades competentes, numa altura em que se reforça a necessidade de maior rigor e profissionalização no sector da comunicação social em Angola.

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